BELB
Em desenvolvimentoUm navegador para quem desenvolve: enxerga os servidores e containers da sua máquina e lê as rotas do OpenAPI de cada backend local.
Sobre
Quem desenvolve passa o dia pulando entre navegador, terminal, Docker Desktop e Postman só para lembrar em que porta está a API e testar uma rota. O BELB junta isso no navegador.
Ele encontra sozinho os projetos rodando em localhost e os containers do Docker, mostra cada um na barra lateral e, quando o backend publica OpenAPI, lista as rotas prontas para testar. Tudo organizado em Spaces, cada um com os próprios cookies e logins. Hoje roda como protótipo sobre o Electron 44 (Chromium 152); o destino é um fork do Chromium.
O que faz
- Servidores locais e containers Docker na barra lateral
- Rotas do OpenAPI de cada backend local, agrupadas por tag
- Console de requisições com corpo gerado do schema
- Autorização no estilo do Swagger, com login pela própria API
- Spaces com cookies, logins e configurações isolados
- Command bar no teclado: gh, npm, mdn, docker, local
Por baixo do capô
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O backend se apresenta sozinho
Para cada servidor local, o BELB procura OpenAPI, Swagger, /docs e /health e monta uma central de controle: rotas agrupadas pelas tags da especificação, parâmetros de path e query já listados e corpo JSON de exemplo gerado a partir do schema.
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Login que lê a resposta
A autorização é pré-selecionada pelos securitySchemes da especificação. Dá para logar pela própria API: o BELB acha o endpoint de login, extrai o token da resposta e passa a enviá-lo nas próximas requisições. O token fica só na memória.
- 03
Descobre o que roda, sem bisbilhotar
Cruza as portas abertas com os processos de runtimes de desenvolvimento para mostrar o nome, o runtime e a pasta do projeto. Não lê linha de comando, variáveis de ambiente nem arquivos, e fala com o Docker só por named pipe ou socket, em modo somente leitura.
- 04
Um núcleo pronto para virar fork
Toda regra de produto vive num núcleo sem nenhum import de Electron, Node ou DOM, coberto por mais de cem testes. O Electron é só o host do protótipo; esse núcleo é o que vai para dentro do fork do Chromium.